Porcilis APP: a escolha ideal no controle da Pleuropneumonia Suína

24 novembro 2006

Quando uma granja se torna positiva para a Pleuropneumonia suína, doença respiratória causada pelo Actinobacillus pleuropneumoniae, a adoção de medidas de controle realmente eficazes é fundamental para a redução de perdas econômicas. Dentre as principais medidas de controle, podemos citar: 

  • Adoção de boas práticas de manejo;
  • Antibioticoterapia específica;
  • Vacinação do plantel.

Para a escolha de uma vacina adequada, deve-se perguntar “Quais os anticorpos serão realmente importantes na proteção de meus animais?” O desenho ideal de uma vacina contra a Pleuropneumonia suína deve considerar:

  • Proteção contra as toxinas Apx I, Apx II e Apx III;
  • Proteção contra proteína da membrana externa da bactéria (OMP);
  • ausência de lipopolissacarídeos (LPS). 

Atualmente em nosso mercado, somente a Porcilis APP, vacina de sub-unidades, atende a estas exigências, o que a diferencia no controle da Pleuropneumonia suína:

  • Por conter os Apx I, Apx II e Apx III, ela protege contra todas as toxinas imunogínicas e virulentas dos Actinobacillus pleuropneumoniae;
  • Contém uma proteína de membrana externa comum a todos os 15 sorotipos conhecidos de APP;
  • Não possue LPS, que podem  acentuar reações indesejáveis pós-vacinação;
  • O adjuvante Diluvac Forte promove uma resposta rápida, forte e duradoura, com mínimas reações pós-vacinais.

Durante a produção da Porcilis APP separam-se os antígenos importantes de tudo o que é desnecessário no controle da doença. Estes antígenos são adicionados à vacina em quantidades específicas, necessárias para a correta imunização dos animais e, finalmente, cada partida produzida passa por vários testes, inclusive o teste de potência, que garante que a Porcilis APP utilizada em todo o mundo produzirá uma resposta homogênea e efetiva, tornando-a uma ferramenta de vanguarda no controle da Pleuropneumonia suína.